O verdadeiro fim do funil de vendas: descubra o que as empresas de alta performance estão usando no lugar

fim do funil de vendas

fim do funil de vendas não é teoria. É a realidade que muita empresa insiste em negar. Hoje, o seu cliente é bombardeado por milhares de estímulos o tempo todo. Um levantamento da B9 Solution, realizado em 2025 indica que as pessoas veem entre 4.000 e 10.000 anúncios por dia. 

Nesse cenário, ninguém caminha em linha reta até a compra. As pessoas pesquisam, param, voltam, pedem opinião e pulam etapas. A jornada virou um emaranhado vivo. O funil tradicional simplesmente não consegue acompanhar esse novo comportamento. E é nesse descompasso que começam a morrer as suas vendas hoje. 

1. A implosão do funil: dados reais que mostram por que o modelo desmoronou

O funil de vendas não entrou em crise porque o marketing evoluiu. Ele desmoronou porque o comportamento do consumidor mudou mais rápido do que as empresas. Hoje, a jornada é caótica. Não existe mais “topo”, “meio” e “fundo” como caminhos lógicos. O cliente decide a própria rota. Ele entra, sai, volta, compara, abandona, pesquisa de novo e só então considera comprar. 

E os dados deixam essa ruptura impossível de ignorar. A Leadster divulgou no relatório Panorama de Geração de Leads 2025 que a taxa média de conversão no digital no Brasil é de apenas 3%. Isso significa que 97% dos esforços de marketing não viram vendas. Esse é o maior sintoma do colapso do modelo linear. 

E tem mais. Plataformas sociais se tornaram portas de entrada imprevisíveis. Segundo o estudo How Many Ads Do We See a Day — Top Trends & Statistics da B9 Solution, as pessoas veem entre 4.000 e 10.000 anúncios por dia. Com tanta informação, ninguém segue trilha alguma. As decisões acontecem em saltos. Em espiral. Em ciclos curtos e repetitivos. 

O colapso aparece também nos casos reais. A Sephora transformou a lógica tradicional quando percebeu que consumidores compram após ver um vídeo rápido, um review ou uma recomendação — mesmo que nunca tenham passado pelo que chamamos de “consideração”. A Nike faz o mesmo com o SNKRS. Um único conteúdo informa, inspira, envolve e vende. Sem etapas. 

O funil não falhou por ser antigo. Ele falhou porque o consumidor deixou de respeitar suas etapas. É simples: o funil descreve um caminho que ninguém mais percorre. 

2. O colapso do conteúdo linear: quando qualquer post pode ser ponto de venda

O conteúdo também matou o funil. Por anos, marcas acreditaram que existiam formatos “de topo”, “de meio” e “de fundo”. Mas o consumidor mudou. Hoje, a decisão nasce de um estímulo rápido. Um vídeo curto. Um review. Um print enviado no WhatsApp. Um comentário espontâneo. Não existe mais ordem. Existe apenas impacto no momento certo. 

A McKinsey mostra essa mudança de forma clara. O relatório State of Consumer Consumption Behavior revela que a descoberta de produtos agora acontece, majoritariamente, em ambientes digitais — com forte influência de conteúdo social, creators e reviews. Redes sociais deixaram de ser “topo do funil”. Elas se tornaram ponto de entrada, de consideração e de compra — tudo ao mesmo tempo. 

Os casos confirmam essa ruptura. A Nike, com o SNKRS, condensa tudo em uma só experiência: história, inspiração, prova social e compra. Sem etapas. Sem fases. Um único ponto que ativa intenção imediata. A Sephora segue o mesmo caminho. Vídeos de creators influenciam quem já comprou e quem nunca ouviu falar da marca. É um loop. Não é uma escada. 

A Netflix reforça o fim do conteúdo linear. A plataforma unificou comunicação de aquisição, engajamento e retenção. Trailers, notificações e recomendações funcionam como um único fluxo vivo. O usuário entra por onde quiser. E continua por onde faz sentido. 

O funil colapsou porque o conteúdo parou de seguir etapas. E o consumidor passa a seguir estímulos — não sequências. 

👉 Quer entender como construir uma máquina de leads que funciona no novo cenário? Baixe o eBook gratuito. 

3. O cliente conversacional: por que o WhatsApp matou o funil antes do marketing perceber

O cliente de hoje não “anda” no funil. Ele conversa. E isso muda tudo. Em vez de seguir etapas, ele manda mensagem, some, volta, pede desconto, compara, responde dias depois e decide no próprio tempo. A jornada deixou de ser um fluxo previsível. Virou diálogo contínuo. 

O Brasil é um dos países mais conectados do mundo. Em 2024, o DataReportal aponta 187,9 milhões de usuários de internet e 144 milhões de usuários de redes sociais no país. Ou seja: quase todo mundo está online, o tempo todo. 

Outro estudo estima cerca de 148 milhões de usuários de WhatsApp no país em 2024. 

O que isso significa na prática? Que a conversa virou o novo “campo de batalha” das vendas. As decisões não nascem mais de uma sequência de etapas. Elas surgem em uma troca de mensagens. Uma resposta rápida. Um áudio bem enviado. Uma proposta na hora certa. 

Para quem ainda pensa em “topo, meio e fundo”, o WhatsApp é um problema. Para quem enxerga conversas como ativo estratégico, ele é a maior oportunidade. Porque conversa não respeita etapa. Respeita contexto. 

4. Do funil ao zig-zag: por que a jornada virou um caos organizado (e como lidar com isso)

O fim do funil de vendas virou uma realidade porque a jornada deixou de ser uma sequência e passou a ser um ciclo. O consumidor não segue etapas. Ele entra, sai, retorna e muda de ideia várias vezes. Isso não é opinião. É comportamento comprovado. O relatório oficial Navigating Purchase Behavior and Decision-Making, do Google, afirma que o que acontece entre o gatilho e a compra “não é linear” e que existe um “espaço complexo onde clientes são conquistados e perdidos”. 

Esse espaço é chamado de Messy Middle. É o meio confuso, cheio de idas e voltas. Aqui, o consumidor alterna entre dois modos mentais: exploração (buscar opções) e avaliação (reduzir alternativas). Segundo o Google, esse ciclo se repete “quantas vezes forem necessárias”, até que a pessoa sinta segurança para decidir. 

O ponto crítico é que a internet ampliou esse comportamento. O Google reforça que ela deixou de ser “uma ferramenta de comparar preços” e virou um ambiente de comparação de tudo — qualidade, provas sociais, sensações e expectativas. Isso deixa a jornada mais longa, mais emocional e mais imprevisível. 

O que isso significa para sua empresa? 

Simples: ninguém mais avança em linha reta até a conversão. O cliente compra quando encontra confiança, não quando chega “no fundo do funil”. Estratégias rígidas morrem porque ignoram o ciclo real de decisão. Modelos circulares e contínuos — como flywheel, orbit ou influence map — refletem melhor esse comportamento e ajudam você a estar presente nos momentos que realmente importam. 

5. O que entra no lugar:Flywheel, Orbit eInfluence Map (e por que esses modelos esmagam o funil) 

O fim do funil de vendas não deixou um vazio. Deixou espaço para modelos mais inteligentes. Modelos que entendem o que realmente acontece na cabeça do cliente. O comprador não caminha em linha reta. Ele gira, volta, compara e retoma. Por isso, empresas que ainda desenham estratégias em degraus estão perdendo negócios hoje. 

O primeiro modelo que ganhou força foi o Flywheel. A HubSpot foi a principal responsável por enterrar o funil ao publicar o artigo “How the Flywheel Killed HubSpot’s Funnel”, explicando por que a conversão linear deixou de funcionar no mercado atual . 

A própria HubSpot reforça que o Flywheel coloca o cliente no centro e gira em torno de Attract, Engage e Delight, criando um ciclo contínuo movido por experiência e não por etapas rígidas. 

Isso elimina o atrito e reduz perdas. Não é filosofia. É mecânica de crescimento. 

O segundo modelo é o Brand Orbit, que substitui a lógica de “empurrar” o cliente por uma lógica de gravidade. No artigo “The Marketing Funnel is Dead. Meet the Brand Orbit Model”, o Creative Supply explica que marcas fortes criam uma órbita — um campo de atração — que mantém pessoas próximas sem precisar conduzirem todas pelo mesmo caminho . 

Em vez de funil, você constrói um ecossistema onde cada ponto de contato aumenta magnetismo e proximidade. 

Por fim, o Influence Map surge como resposta ao comportamento real descrito pelo Google no relatório Messy Middle. O estudo mostra que o consumidor alterna entre exploração e avaliação, repetindo o ciclo quantas vezes forem necessárias — isso exige mapear pontos de influência, não “etapas”. 

O Influence Map substitui a linearidade por clusters de decisão. Em cada cluster, sua marca deve oferecer contexto, prova, clareza e segurança. É aqui que o negócio é ganho ou perdido. 

Esses três modelos só têm uma coisa em comum: todos entendem a verdade que o fim do funil de vendas escancarou. 

A jornada mudou. As empresas precisam mudar também. 

👉 Aprenda a modernizar seu processo comercial com estratégias reais. Baixe o guia completo. 

6. O impacto real nas estratégias: por que as empresas que ainda usam funil estão perdendo dinheiro

O fim do funil de vendas mudou tudo. Não é só uma mudança de modelo. É uma mudança de operação, estratégia, cultura e métricas. Empresas que insistem na lógica linear estão tomando decisões com base em um mapa que não representa mais o território. E isso custa caro. 

A razão é simples: a jornada ficou caótica. O relatório oficial do Google mostra que o consumidor alterna entre dois modos mentais — exploração e avaliação — repetindo o ciclo “quantas vezes forem necessárias” até decidir.  

Nada acontece em ordem pré-definida. A própria Google afirma que o que acontece entre o gatilho e a compra “não é linear” . 

Isso destrói a ideia de passo a passo. 

Na prática, isso atinge a estratégia das empresas em quatro frentes: 

1. Marketing deixa de empurrar e passa a acompanhar

Agora, estratégia boa é estratégia contínua. Não existe mais “conteúdo de topo” ou “conteúdo de fundo”. O DataReportal mostra que o Brasil tem 144 milhões de usuários de redes sociais. Isso fragmenta atenção e exige presença consistente em várias plataformas, não trilhas rígidas. 

2. Vendas precisa se integrar ao marketing — de verdade

A HubSpot abandonou o funil porque ele cria atrito entre times e quebra a experiência. O flywheel exige marketing, vendas e sucesso operando como um só organismo. 

3. Marcas precisam construir gravidade, não etapas

O modelo Brand Orbit reforça que marcas fortes criam “campos de atração” que mantêm consumidores próximos, independentemente da fase em que estejam. Isso muda campanha, narrativa e conteúdo. 

4. Sucesso passa a depender da experiência, não da conversão

Em modelos circulares, a força do negócio vem da retenção, da defesa da marca e da experiência contínua — pontos centrais do flywheel. Métricas como churn, velocidade de resposta e NPS passam a ser estratégicas, não operacionais. 

7. Como medir resultados num mundo sem funil

O fim do funil de vendas não bagunçou só a jornada. Ele bagunçou as métricas. Como medir algo que não avança em linha reta? Como acompanhar decisões que acontecem em looping, não em etapas? A resposta é simples: você precisa abandonar o “progresso linear” e começar a medir força, atrito, influência e experiência. 

A HubSpot explica que, no Flywheel, crescimento vem da combinação entre força, atrito e aceleração. Força é tudo que empurra o ciclo: satisfação, indicação, recorrência. Atrito é tudo que freia: tempo de resposta, processos travados, desalinhamento de times. 

Aceleração é a capacidade de repetir boas experiências em escala. É assim que empresas crescem em ciclos — não em degraus. 

O artigo “How the Flywheel Killed HubSpot’s Funnel” reforça que o funil não mede experiência, retenção ou defesa da marca. Ele só enxerga o final. Isso faz empresas perderem sinais valiosos do comportamento real. 

O Google vai no mesmo caminho. No relatório Navigating Purchase Behavior and Decision-Making, a empresa mostra que consumidores alternam entre exploração e avaliação sem ordem. Por isso, você deve medir sinais de intenção e influência, não “progresso de etapa”. 

O Brand Orbit reforça essa lógica. O modelo fala em medir proximidade, recorrência e afinidade, porque o cliente orbita a marca em vez de avançar por passos fixos. 

Guias modernos como o da Brafton indicam métricas essenciais para negócios circulares: advocacy, tempo de resposta, experiência, recompra, velocidade do ciclo e CAC de loops contínuos. 

O que isso significa para a sua empresa? 

Simples: quem continua medindo “quantas pessoas chegaram ao fundo” está medindo um mundo que já não existe. 

FAQ sobre o fim do funil de vendas 

1. O que significa o fim do funil de vendas?

O fim do funil de vendas significa que o modelo linear (topo–meio–fundo) já não representa o comportamento real do consumidor. As pessoas compram de forma não linear, multicanal e imprevisível. 

2. Por que o funil de vendas tradicional deixou de funcionar?

Porque ele não reflete mais a jornada real. Hoje o cliente pesquisa em vários canais, muda de ideia, volta etapas e decide no próprio ritmo. O funil pressupõe ordem. O consumidor não segue ordem. 

3. O fim do funil de vendas afeta todas as empresas?

Sim. Negócios B2C e B2B enfrentam o mesmo cenário: excesso de informação, múltiplos pontos de contato e jornadas fragmentadas. 

4. Qual modelo substitui o funil?

Não existe um único substituto. Os mais usados são: 

  • Flywheel (cliente no centro); 
  • Orbit model (camadas de influência); 
  • Influence map (interações mapeadas por impacto, não por etapas). 

5. O que muda na estratégia de marketing?

O foco sai da jornada linear e vai para contexto, relevância e experiência contínua. Cada conteúdo precisa funcionar como ponto de entrada, e não como etapa fixa. 

6. Como medir resultados sem usar o funil de vendas?

Você mede por impacto, não por etapa. Os principais indicadores são: 

  • Velocidade da decisão; 
  • Engajamento por contexto; 
  • Taxa de recompra; 
  • Custos por ciclo de interação; 
  • Atribuição multitoque. 

7. O fim do funil de vendas reduz vendas?

Não. Ele aumenta. Quando você adapta a estratégia ao comportamento real, a taxa de conversão sobe e o CAC cai. 

8. Como implementar esse novo modelo na prática?

Você precisa integrar marketing, vendas e atendimento, mapear pontos de influência e ativar conteúdo vivo em todos os canais, não só por “etapa”. 

9. O funil de vendas acabou para sempre?

Não totalmente. Ele ainda é útil como referência básica. O problema é usá-lo como ferramenta principal. Hoje ele é apenas uma visão simplificada do ecossistema. 

10. Onde posso acelerar essa transição no meu negócio?

Você pode aplicar tudo isso com a Estratégia Turbo — um método validado para substituir o funil tradicional por um sistema contínuo de aquisição e crescimento. 

👉 Acesse a Estratégia Turbo. 

O fim do funil de vendas não é o fim das vendas. É só o fim de um modelo que nunca explicou o comportamento real das pessoas. O consumidor não segue etapas. Ele segue impulsos, contextos e dúvidas. Ele explora, avalia e volta atrás quantas vezes quiser. Por isso, marcas que se adaptam vencem. As que insistem em linearidade ficam para trás. 

Se você quer acelerar essa virada na sua operação e vender mais com menos atrito, o momento é agora. 

👉 Aplique a Estratégia Turbo e transforme sua aquisição em crescimento real. 

Posts Relacionados

Copyright Ⓒ 2024 UP2Place Digital. Política de Privacidade e Termos de Uso.